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Censo do Jornalismo da Serra Gaúcha ultrapassa 130 respostas e começa a revelar transformações da profissão

Levantamento da ARI Serra Gaúcha segue aberto até 30 de junho, por meio de formulário online


Foto: Freepik
Foto: Freepik

Duas semanas após o início da coleta de dados, o Censo do Jornalismo da Serra Gaúcha já ultrapassou a marca de 130 respostas e começa a revelar um retrato das transformações da profissão na região. Realizada pela Associação Riograndense de Imprensa (ARI) - Seccional Serra Gaúcha, a pesquisa reúne relatos e informações de jornalistas em atividade, profissionais que migraram de área, empreendedores da comunicação, trabalhadores da comunicação pública, assessorias, rádio, televisão, mídia digital, audiovisual e profissionais vinculados a diferentes municípios. O levantamento segue aberto até 30 de junho, por meio de formulário online.


Além de produzir indicadores estatísticos, o Censo tem por objetivo mapear trajetórias profissionais, muitas vezes híbridas, mudanças nas formas de atuação e percepções sobre temas como valorização profissional, condições de trabalho, saúde mental, renda, perspectivas de carreira e rumos do jornalismo regional. O questionário também abre espaço para relatos livres e comentários dos participantes sobre os desafios enfrentados pela categoria.


Até o momento, o Censo do Jornalismo da Serra Gaúcha registrou a participação de profissionais residentes em Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, São Marcos, Veranópolis e Antônio Prado. A organização da pesquisa reforça que ainda há muitos profissionais que precisam ser alcançados até o fim do prazo.


O Censo do Jornalismo da Serra Gaúcha é direcionado a jornalistas com atuação, formação acadêmica ou registro profissional nos municípios que integram o Corede Serra, que abrange Antônio Prado, Bento Gonçalves, Boa Vista do Sul, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Coronel Pilar, Cotiporã, Fagundes Varela, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Guabiju, Guaporé, Ipê, Monte Belo do Sul, Nova Araçá, Nova Bassano, Nova Pádua, Nova Prata, Nova Roma do Sul, Pinto Bandeira, Protásio Alves, Santa Tereza, São Jorge, São Marcos, Serafina Corrêa, União da Serra, Veranópolis, Vila Flores e Vista Alegre do Prata. O levantamento inclui profissionais atualmente em atividade, em transição de carreira ou atuando hoje em outras áreas profissionais.


“O que já aparece nas respostas é que o jornalismo regional mudou profundamente nos últimos anos, mas continua vivo e em transformação. Temos profissionais atuando em múltiplas áreas, pessoas que migraram de carreira, jornalistas empreendendo, acumulando funções e experimentando novos formatos de atuação. Ao mesmo tempo, permanecem presentes preocupações relacionadas à valorização profissional, estabilidade, saúde mental e perspectivas de futuro”, afirma Diego Adami, coordenador da pesquisa e diretor de Planejamento e Estratégia da ARI Serra Gaúcha.


Segundo Adami, o objetivo da pesquisa é ampliar ao máximo a diversidade da escuta produzida pelo levantamento. “O retrato que o Censo irá construir depende diretamente da participação dos próprios jornalistas. Quanto mais ampla e diversa for essa escuta, em trajetórias, municípios, áreas de atuação e experiências profissionais, mais próximos estaremos de compreender as transformações que atravessam o jornalismo regional. Nosso objetivo é transformar essa escuta em conhecimento acessível para a categoria e para a sociedade”, destaca. “O levantamento também poderá servir de ponto de partida para futuras reflexões públicas sobre os caminhos do jornalismo regional”, acrescenta o coordenador da pesquisa.


O formulário para participação está disponível aqui.


Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail pesquisaariserragaucha@gmail.com ou pelo WhatsApp (54) 98111-6007.



 
 
 

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